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cerveja no brasil

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BRAHMA JÁ É A 5ª CERVEJA MAIS BEBIDA NO MUNDO

Negócios fora do Brasil cresceram 40% em 2006.
Mercado onde marca mais cresce é o russo, que tem até fábrica.

A cerveja Brahma está tomando o mercado mundial de assalto. Como o público brasileiro pode conferir em uma campanha publicitária que já está no ar, a marca investiu no crescimento de sua atuação internacional nos últimos 18 meses. Como resultado, as vendas da Brahma no exterior aumentaram 40% somente em 2006.

Neste período, a Brahma deixou de ser a 6ª cerveja mais vendida no mundo para ocupar a 5ª colocação do ranking mundial, segundo Alexandre Macedo, gerente de marketing da marca. "Passamos a irlandesa Heineken", ressalta.


Brasilidade sem exageros


A estratégia, acompanhada de uma ação de marketing que vende, sem exageros, a imagem do Brasil no exterior (alegria, musicalidade e criatividade) tem dado resultados. Na Rússia, em pouco mais de um ano, a Brahma tornou-se a terceira marca premium mais vendida. Tanto que a Ambev até abriu uma fábrica no país.

Atualmente, a marca Brahma está presente em 31 países. Além de mercados tradicionais, como Estados Unidos e Inglaterra, onde o Brasil tradicionalmente vende bem, Macedo destaca bons resultados em países como Ucrânia, China, Coréia e Nova Zelândia, onde a cerveja acabou de ser lançada.

 
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             Brasil

O brasileiro tem um grande hábito de beber cerveja, chegando a consumir em média por habitante, 35 litros de cerveja por ano.
As principais marcas são de propriedade da multinacional Ambev. As micro cervejarias são uma crescente realidade nos país, fabricando excelentes cervejas artesanais, respeitando o Reinheitsgebot.

Algumas micro cervejarias artesanais no Brasil:

  • Cervejaria Canoinhense (Canoinhas-SC)
  • Eisenbahn (Blumenau-SC)
  • Borck (Timbó-SC)
  • Heimat (Indaial-SC)
  • Bierland (Blumenau-SC)
  • Zehn Bier (Brusque-SC)
  • Cervejaria Schornstein (Pomerode-SC)
  • Baden Baden (Campos do Jordao-SP)
  • Falke Bier (Ribeirao das Neves-MG)
  • Krug Bier (Belo Horizonte-MG)
  • Lupus Bier (Fortaleza-CE)
  • Amazon Beer (Belem-PA)
  • Schmitt Bier (Porto Alegre-RS)

As principais cervejarias no Brasil e suas marcas:

  • AmBev (Skol, Brahma, Antartica, Bohemia, Original, Serra Malte, Polar, entre outras)
  • Kaiser / Molson (Kaiser, Bavária, Heineken)
  • Primo Schincariol (Nova Schin, Primus)
  • Cervejarias Cintra (Cintra)
  • Itaipava (Itaipava, Cristal, Petra)

Durante o verão, o consumo da bebida torna-se bem mais elevado.
No período do Carnaval há uma grande explosão de consumo no país.
Na Oktoberfest, em Blumenau, o consumo chega a ultrapassar 400.000 litros,
em 17 dias de festa.

Evolução da cerveja no Brasil

Os anos noventa assistiram ao aparecimento de diversas alianças estratégicas entre grandes em presas internacionais e as líderes de m ercado no Brasil. Brahma/Miller, Antarctica/Anheuser-Bush, Kaiser/Heineken e Skol/Carlsberg foram joint-ventures
então constituídas que, por obrigação legal, foram subm etidas à avaliação do
Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.

O ponto culminante das transformações ocorridas recentem ente na indústria
cervejeira no Brasil ocorreu com a fusão das em presas Brahma e Antarctica que
deu origem a Companhia de Bebidas das Américas – Ambev. No julgamento
desses atos de concentração, a evolução da estrutura de mercado e do padrão de
concorrência da indústria cervejeira foi amplamente documentada e discutida pelas
autoridades com petentes.

A partir de 2000, um novo participante importante entrou no mercado brasileiro.
A cervejaria canadense Molson, que constituiu subsidiária no Brasil em 1999,
adquiriu a marca Bavária nos termos do compromisso de desempenho firmado
pela AMBEV perante o CADE, afim de que sua constituição fosse aprovada.

No ano de 2002, dando continuidade aos seus planos de expansão, a Molson
adquiriu a cervejariaKaiser, passando então a ser a segunda maior cervejaria do
Brasil. Mesmo com essas operações, o movimento de desconcentração gradual da indústria brasileira permaneceu, provocado pelo contínuo crescimento da Schincariol, pelo crescimento de novas marcas regionais.

A partir da década de 90, essas duas em presas deram início a um processo de internacionalização. A Brahma, em 1993, abriu sua primeira fábrica na Argentina e em 1994 adquiriu a Companhia Anônima Cervecera Nacional na Venezuela. Em 1995, foi estabelecida um ajoint-venture com a cerjeraria Norte-Americana Miller, a fim de distribuir a Miller Genuine Draft no Brasil.

Seguindo nessa esteira, a Antarctica form ou em parceira com a Anheuser-Busch a em presa Budweiser Brasil Ltda, parceriaestaque seria desfeita logo em seguida, enquanto a Skol,pertencente à Brahma, formou parceria com a cervejaria Carlsberg no ano de 1996.

No ano de 1999, após o rompimento da sociedade entre a Anheuser-Busch e Antarctica, foi anunciada a criação da em presa AMBEV, a partir da fusão entre as em presas Antarctica e Brahma. A partir de então, as duas cervejarias unidas continuaram seu processo de internacionalização de maneira mais agressiva. Após a aprovação de sua criação, a AMBEV passou a comercializar suas ações, via ADRs, na bolsa de Nova York e adquiriu várias outras cervejarias na América do Sul: Salus e Cerveceria e Malteria Paysand, no Uruguai, Em botelladora Rivera, no Peru, Quilmes (aliança estratégica)na Argentina e Cerveceria Sul Americana, no Peru. Em 2004, a AMBEV também anunciou um a associação com a cervejaria Belga Interbrew.

As demais cervejarias brasileiras optaram por uma estratégia de crescimento interna, sem recorrer a compra de outras cervejarias regionais. A cervejaria Kaiser, fundada
em 1982, baseou seu crescimento em um a eficiente rede de distribuidores de refrigerantes, fundadores da companhia, e na associação com a Coca-Cola, que permitiu a em presa dispor de recursos para investim entos em propaganda.

Na década de 90, a em presa tam bém passou a diversificar seu portfólio de m arcas lançando no mercado cervejas de diferentes formulações, com o a Kaiser Bock, Kaiser Summer Draft e Kaiser Gold. Dessa form a, a Kaiserconseguiu um a participação de mercado que culm inou em 16% no ano de 1996.

Em 2002, a Kaiser foivendida para a cervejaria Canadense Molson, que já havia adquirido, em 2000, a marca Bavária e mais cinco fábricas, vendidas pela AMBEV por exigência do CADE quando de sua aprovação. No período mais recente, a Kaiser tem tido sua participação de mercado erodida pela expansão da Schincariole caiu para a terceira posição entre as maiores cervejarias do país.

Fundada em 1939 com o uma fábrica de refrigerantes, a Schincariol lançou em 1989 a sua cerveja Pilsen de mesm o nome. Desde então, sua estratégia de crescimento vem explorando novas possibilidades de reposicionamento de mercado.

Em seus primeiros dez anos, a partir de um a única fábrica localizada no interior de São Paulo e com capacidade de produção de 10 milhões de hectolitros, a Schincariol consolidou sua presença no mercado com o um a marca popular, ou seja, de baixo preço. Com essa estratégia, conseguiu alcançar em 1999 a terceira posição entre as
maiores cervejarias do país com um a participação de mercado de 7,5%. A partir de 1999, a empresa ingressou num movimento de crescimento com base em expansão de capacidade de produção e reposicionamento de produtos via esforços publicitários no patrocínio de eventos e nos horários nobres das redes de televisão de maior audiência.

Concretamente, em 2003, a Schincariol gastou R$63milhões em propaganda, um
aumento de 161% em relação a 2002, ano de lançamento da marca “Nova Schin”, o que a posicionou em 20º lugar no ranking de anunciantes elaborado pela publicação “Agências e Anunciantes”da editora Meio Mensagem orçamento total de marketing da Schincariol em 2003 foide R$130 milhões, um aumento de 800% em relação ao orçamento de R$20 milhões de 1999,o que incluiu contratos para participação no carnaval do Rio de Janeiro e Salvador, patrocínio da Fórmula 1 e outros eventos.

E até hoje o marcado cervejeiro brasileiro vem crescendo, cada vez mais
nacionalmente e internacionalmente.


 

             Locais
 
Bar do Juarez

Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1164
Itaim Bibi - Zona Sul - 3078-3458
17h/1h (sáb., dom. e feriados a partir das 12h)

Num ambiente descontraído com mesas na calçada, o Bar do Juarez oferece chope Brahma encorpado e bem tirado, mais leve e com paladar clássico de uma cerveja de baixa fermentação.




Bar do Leonel

Rua Emília Marengo, 468
Tatuapé - Zona Leste
diariamente, das 16h30 à 0h.


O destaque do Bar do Leonel não está no cardápio e muito menos na decoração. O seu Leonel atende, prepara os petiscos, serve as mesas e cuida do caixa. Sem funcionários, ele é a estrela da noite e figura querida entre os fregueses fiéis.

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Bar BRAHMA sp
O Bar Brahma, fundado pelo alemão Henrique Hillebrecht em 1948.

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Equipe Cervejas e Cervejarias