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cerveja nos estados unidos

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Spark energy beer


Cerveja com cafeína ganha popularidade nos EUA


A popularidade dos coquetéis que misturam bebidas alcoólicas com energéticas facilitou o sucesso da "cerveja energética", um produto que combina estimulantes como a cafeína e a taurina com as propriedades desinibidoras do álcool.
Para a pessoa que bebe compulsivamente, estes elixires, que tem nomes como "Sparks" ou "BE" e que são potencializados com alcalóides como o guaraná, representam "o melhor dos dois mundos", a receita perfeita para ficar alerta e poder continuar bebendo.

Em 2004, a empresa lançou a "Moonshot", uma cerveja tipo Pilsner com um teor alcoólico de 5% e 69 miligramas de cafeína - o equivalente a uma xícara de café - e que, por enquanto, é encontrada em poucos bares de Boston e de Nova York.

Entretanto, a pioneira neste negócio é a "Sparks", criada em 2003 pela McKenzie River Corporation e cuja marca foi comprada na última semana pela Cervejaria Miller, que constatou que as vendas da bebida cresciam a uma taxa anual de 100%.

Desde seu lançamento, a "Sparks" - com 7% de álcool e com partes de guaraná, de taurina e de ginseng - conseguiu ser distribuída em todo o território dos Estados Unidos e começou a concorrer neste promissor nicho da indústria cervejeira.

 
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       Estados Unidos

Os EUA sempre foram uma nação consumidora de grandes quantidades de cerveja.
O diário de William Bradford regista que o Mayflower foi obrigado a fundear em Plymouth Rock em condições difíceis: "Não podíamos perder mais tempo a procurar
os nossos víveres estavam já quase esgotados, principalmente a cerveja." [1]

As tradições do fabrico de cerveja inglesas e holandesas As tradições de cervejaria trazidas da Inglaterra e Holanda (tal como foram trazidas para Nova Iorque) asseguraram que as colónias fossem dominadas por bebedores de cerveja e não de vinho. Até meados do século XIX, a cerveja ale dominou a produção norte-americana.

A situação mudou quando os estilos de lager, trazidos pelos imigrantes Alemães, demonstraram ser mais rentáveis no que diz respeito à sua produção e distribuição. Nomes como Miller, Pabst e Schlitz começaram a ganhar fama devido às fábricas de cerveja fundadas ou adquiridas por estas famílias - outros se seguiram.

Os imigrantes Checos deram também o seu contributo para a história da cerveja dos Estados Unidos.

A cerveja lager produzida por estas companhias não era a mesma cerveja suave e de baixo teor alcoólico que se associa actualmente às modernas unidades produtoras
de cerveja dos Estados Unidos.
A pilsner americana era uma cerveja particularmente forte, tanto em teor alcoólico como no sabor, de forma a corresponder ao gosto tanto dos imigrantes da Europa Central, quanto dos que já viviam nos Estados Unidos.

Tudo terminou com a proibição. Apenas um pequeno número de fábricas de cerveja
se manteve no negócio - produzindo quase cervejas, xarope de malte ou outras bebidas não alcoólicas produzidas a partir de cereais. A produção e transporte de
álcool ficou largamente confinados a operações ilegais, nas quais os licores mais alcoólicos - rum contrabandeado ou aguardentes caseiras - se tornavam mais adequados e menos volumosos para transporte clandestino.

Cerca de cinquenta anos depois do fim da proibição, o mercado de cerveja dos
Estados Unidos passou a ser dominada por grandes produtoras de cerveja, mais conhecidas pela sua uniformidade que por algum sabor em particular.

Cervejas como a produzida pela Anheuser-Busch ou pela Coors seguem um estilo de pilsner muito restrito, com produção industrial em larga escala e com o uso de matérias primas de baixo-custo (como o arroz e o milho).

O domínio da chamada "macrobrew" levou ao estereótipo internacional relativo à "cerveja americana", como sendo pobre em qualidade e sabor. Uma piada canadiana muito divulgada diz que a cerveja americana é como fazer amor numa canoa: "extremamente perto (ou melhor: "fucking close", no original) da água".

Contudo, desde o ressurgimento da produção comercial da indústria cervejeira na década de 1980, os Estados Unidos apresentam uma boa quantidade de tipos de cerveja, que se podem encontrar em mais de 1500 brewpubs, microcervejarias, e cervejeiras regionais como a Anchor (San Francisco) e a Samuel Adams (Boston).

Em grande parte da Pensilvânia oriental, incluindo Filadélfia, o termo "lager" é sinónimo da Yuengling Traditional Lager, uma cerveja com um sabor forte de uma cervejeira regional de Pottsville, fundada em 1829, o que a torna na mais antiga cervejeira em funcionamento contínuo na América.

Ainda que em volume de produção, as microcervejarias ainda dominem, os
pequenos produtores são responsáveis ainda por uma grande variedade de estilos, devido a diferentes qualidades de lúpulo, entre outros ingredientes, bem como por influência
de diferentes tradições de origem europeia.

A Associação de fabricantes de cerveja identificou os seguintes estilos de origem
norte-americana:

  • Ale pálida (ou clara) estilo americano
  • Ale pálida forte estilo americano
  • Ale pálida indiana imperial ou dupla
  • Ale âmbar estilo americano
  • Cerveja comum da Califórnia
  • Ale ruiva dupla
  • Ale loira ou dourada
  • ale castanha estilo americano
  • Lager americana
  • Lager leve estilo americano
  • Lager leve âmbar estilo americano
  • Pilsner estilo americano
  • Lager seca
  • Lager ice americana
  • Licor de malte americano
  • Märzen/Oktoberfest estilo americano
  • Lager escura americana

O sucesso da produção comercial a grande escala de algumas fábricas permitiu que algumas fizessem também algum investimento em fábricas mais pequenas, como a Widmer, de forma a desenvolver cervejas mais complexas com um estilo próprio

 

 

             Locais
 
Hops (Campos Jordão)

Avenida Doutor Vitor Godinho, 206
Capivari - Zona 0 - (12) 3663-4141
Baixa Temporada: quinta, das 12h às 0h; sexta, das 12h às 2h; sábado e feriados, das 11h às 2h; domingo, das 11h às 0h. Alta Temporada: domingo a quinta, das 11h às 2h; sexta e sábado, das 11h às 4h.


Dedicado à cerveja, o Hops, em Campos do Jordão, faz a festa dos fãs de boteco que invadem a cidade na alta temporada. O nome do bar vem do inglês, que significa lúpulo, uma planta utilizada para dar sabor à bebida preferida do dono da casa.
Para não deixar à desejar, a carta de cervejas conta com mais de 50 rótulos nacionais e importados.




Senzala Bar & Grill (São Paulo)

Praça Panamericana, 41
Alto de Pinheiros - Zona Oeste - 3812-5582 e 3816-2731
diariamente, das 11h até o último cliente.


Decoração em madeira e ambiente familiar fazem do Senzala Bar e Grill uma boa opção para beber e conversar. As mesas de madeira também ficam em um agradável terraço, ideal para os dias de calor.



 

 
 
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Bar BRAHMA sp
O Bar Brahma, fundado pelo alemão Henrique Hillebrecht em 1948.

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Equipe Cervejas e Cervejarias